A paz é o que buscamos
Às vezes perdidos
Entre o que se pode
E o que não se pode
Eu vago entre o lúdico
E o medo que nos
Bate na cara todos os dias
Batalhas  que só nós podemos vencer
Não somos todos
Mas sentimos por todos
A mesma dor do descaso
Não tenho farinha para o pirão
Não quero cedros ou coroas
Nossos passos ninguém caminhara
Seu sorriso quem dera não fosse
Jamais maculado
Por nenhuma realidade brutal
E se vencemos o ontem
E se hoje vai seguindo seu curso
Se cada minuto, vale um século.
Se cada dor  ainda nos sobra à alegria
E toda lágrima que a mim pertence
Choro por ti, por todos.
Choro para que sorrias meu filho...

Autora
Liê Ribeiro
08/12/2015.


Comentários

  1. Seus poemas são muito bons, parabéns e obrigado pela gentil visita!

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