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Mostrando postagens de janeiro, 2009
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Bom dia alegria! Prazer em te conhecer Meus olhos que vagavam Pela escuridão da vida Hoje já tem razão de ser. Bom dia alegria, É tão bom te ver sorrir Ver-te passar... Meus olhos solitários Nessa hora se iluminam... Bom dia alegria Meus olhos vazios De paisagens cinza Ganham cor ao te encontrar. Eles se transformam em outros olhos Descortinam-se em novas nuances Esquecem a névoa da solidão E admiram a manhã de um azul límpido... Bom dia alegria Há momentos em que esqueço quem sou... Mas já me permito sonhar, Aos olhos o aprender a olhar... A! Esse dia em que aprendeste A me dar bom dia... Foi o dia do renascer Foi o encontro de dois extremos Foi o choque entre dois opostos Foi à descoberta das semelhanças. Foi o renascimento da irmandade O reafirmar dos sentimentos A fusão e a dualidade Foi o entrelaçar das mãos Da tristeza com o júbilo O beijar da lágrima com sorriso. Bom dia alegria! Autora Liê Ribeiro/2000
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A metade A metade da maçã O pecado... A metade do nada Tudo... A metade que forma um todo Por onde anda? A metade do pão, A fome... Quantas metades faltam Da metade que me completa? A metade da vida Já passou... Passou a metade do caminho Mas eu não vejo o fim... Não há fim, não há fim... Que pena a minha metade Perdeu-se de mim... Autora: Liê Ribeiro/1999
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Esboço! Eu rabisco linhas, eu sonho. Sonho sempre Para sempre o dever de sonhar Recito para o espelho O que eu preciso te contar Mas um dia... Num jardim todo florido de onze horas Iremos nos deitar... Olharemos para o céu azul lilás Voaremos com os pássaros E eu ouvirei de novo Sua voz a cantar canções de ninar. Pois foi o que de você eu puder guardar. Autora Liê Ribeiro/1999.
Todos falam, Agitam os abraços Correm, param, Todos fogem, Voltam, descem, sobem Ladeiras e montanhas... Todos caem, Levantam-se, Caminhos a seguir... Todos olham e não vêem Alguns pedem, Outros roubam, Choram e riem Todos temem, Dizem amém, imploram... Muitos agridem, Outros acariciam, Todos fingem que existem, Mas eu não sinto ninguém Todos me olham E eu não vejo ninguém Todos estão ao meu redor E eu aqui me sentindo tão só! Autora Liê Ribeiro/1999
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A esperança tem asas grandes Mas as pessoas têm pensamentos pequenos.. A esperança tem olhos de lince Mas as pessoas estão cegas de orgulho... A esperança tem braços fortes... Mas as pessoas estão de mãos vazias Enfraquecidas pela luta diária E muitas vezes injusta... A esperança tem a magia do amanhã Mas as pessoas estão presas no ontem... Fechadas em copas e solitárias entre si... A! Mas a esperança não depende de nós... Ela sempre existirá nas entrelinhas da vida... Ela sempre tentará resgatar o cético... Aliviar o sofrido... Revelar-se em horas duras. A esperança é a fé sem dogmas... E o chegar sem receio perto da divindade, A esperança é Bela... Está quase sempre em nossa janela. Autora Liê Ribeiro/2008
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Frias manhãs! Onde está? A primavera que demora, É o frio que me acorda, É inverno que me congela. E uma ponta de tristeza, Molha a natureza, Pois as flores se recolhem, Os corpos se enrijecem, Numa solidão coletiva. E as armadilhas da vida, Essa infinita dor de querer, Querer, o sol, na soleira, As flores no jardim, As nascentes e seus rios. O rio que corre na montanha, Doces madrugadas enluaradas Quantos sonhos sonhados, Quantos personagens criados, Quantas estrelas contadas, Suspiros escondidos, E uma vida de capítulos encantados... Não me revelo nos poemas, Escondo-me nas estrofes sombrias, Adoro janelas em dias de chuva, Há um sentido de eternidade Quando por ela olhamos, E buscamos, sempre buscamos, Algo além do olhar, Além do obvio, além do mar... Como mar fica imenso e belo, Visto de uma pequena janela. Como as pequenas coisas Assim fazem algum sentido, Quando o amor ainda sobrevive As mazelas humanas, Quando navega pelo mar das possibilidades E nos coloca em órbita. A
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Oração do perdão! Perdão senhor, Por ter criado coragem Para crer no que sou. Perdão senhor, Por acordar toda manhã Feliz por amar e ser amada... Perdão senhor, Por andar sem rumo às vezes Pela estrada da ilusão. Por olhar o mundo, Pelo prisma de um amor antigo. Por esse amor Não ter o formato E a forma exata. Perdão senhor, Se hoje acredito na fidelidade, Se hoje acredito na cumplicidade No carinho que sempre desejei ter... Perdão senhor, Se ao olhar-me no espelho Apenas vejo uma face sem rosto. Um olhar sem névoa... Se o meu olhar não mais se perde Numa solidão milenar... Perdão senhor, Mas vou viver, Por aquilo que acredito, E se o que eu acredito Não for somente bíblico, Perdão Senhor! Autora: Liê Ribeiro paz e luz
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Ano Novo! É o tempo correndo na estrada, É o ano novo de um mundo velho, Eu me apego as paisagens, Quantas folhas viradas em meu livro... Quantos personagens, Quantas pequenas histórias... É o tempo correndo na estrada, Eu me aconchego a beira de um rio... Espero a tarde cair, a noite chegar... Sou tão sonhadora, Que voarei de encontro aquela estrela... O sonho me dá asas. É o tempo correndo na estrada, E a poeira na calçada, E os passos na areia... Indicam que perdemos o caminho... Mas não perdemos o sonho, É o meu primeiro poema de ano novo, De uma alma velha, tão velha em mim... Mas que moça é essa? Que pula de lado. Só para deixar passar o vento... Que moça é essa? Que ama, é quer amar sempre... Vejo o tempo correndo na estrada, Parece apressado a atropelar nossos desejos, Mas vou devagar, sem medo, buscar o meu tempo. O tempo exato para ser feliz... Autora: Liê paz e luz
Parece ter sido ontem, Foi quase há um minuto atrás. Num relance breve do tempo Gabriel... Já tinha um nome, Bem antes de ter um corpo, Já tinha um grande amor... Por ele a espera... Mas parece ontem, Seus olhos arregalados, A mirar um mundo estranho, Um pequeno ser perdido. Rodeado de tanto mistério, Quem aquele corpo abrigava? Parecia tão meu, parecia tão distante... Gabriel, Que a mim, se aninhava tranqüilo. Às vezes apenas em seu mundo habitava. Desconhecido, de todos, tão parecido consigo mesmo... Hoje no caminhar do tempo; Continuo, a nos colocar diante De um rapaz sensível e diferente Mas em sua alma para sempre Habitará apenas o menino Gabriel. Autora: Lie Ribeiro mãe de um rapaz que está autista.
Quantos olhares, Perdidos na escuridão, Quantos olhares a nos espreitar. Além da visão normal... Há um mundo abstrato, E ele pode ser feio ou bonito. Depende de que como olharmos. Olhos limitados... Só vêem sombras e vestígios. Olhos puros de malicia. Vêem a nitidez da alma, Vêem além da dor a compaixão... Olhos piedosos, Lagrimejam diante a realidade Das ruas forradas de seres perdidos. Olhos que refletem amor Faz a vida ter sentido... Olhos, janela da alma, Alma, cativa em nuvens... O medo de olhar, Para dentro de si mesmo E nada, nada enxergar... A cegueira do egoísmo. Mas há olhos Que se procuram. E se de repente o olhar Em outro se achar. Descortina-se nesse instante A felicidade que se escondia Atrás de um triste olhar. Autora: Liê paz e luz
Caem as folhas, O ar rarefeito. Falta-me coragem, Para sair do casulo Em que me coloquei. Caem as pétalas Das folhas secas, Falta-me animo Para vencer as barreiras De um deserto humano. O chão árido machuca os pés. A água um bem imprescindível, Perde-se na incoerência das pessoas Perdem-se todos os dias, A chance para construir um mundo melhor. Caem as nuvens densas Pousam na superfície De uma terra esquecida, Apodrecida pelos interesses céticos. Caem os valores e as verdades, Mas só amor resgatará os sobreviventes, De um planeta agonizante, Só a tolerância reconduzira Os que se perderam no preconceito. Em minha poesia, Que caiam apenas os inúteis Que usam o poder das armas Para forjar a paz. Em minha poesia Que apenas as palavras doces Adocem as almas desalentas Que a verdade não seja essa Que vimos todos os dias Sangrar pelas ruas... Que a verdade, Seja o tocar das mãos O acariciar das peles O calor dos abraços Que assim seja, amém! Autora: Liê paz e luz
Era uma vez! As histórias sempre Começam assim: Era uma vez um coração latente Era uma vez um olhar brilhante Era uma vez um sonho em noite estrelada, Era uma vez um pulsar constante, Nas veias de um mar errante. Naufrago querer, Ilhotas ao longe, Gaivotas teimosas a revoar, E uma pegada, duas pegadas... Quem achará? Quem descobrirá os vestígios De um amor raro... Era uma vez um castelo, Uma floresta densa, Uma montanha gelada E a solidão que corta Como o vento frio Que adentra pela janela Sempre, sempre entreaberta, Era uma vez, Orações piedosas Que nunca nos aliviavam alma Eram imposições que nos aprisionavam. Num calabouço poeirento, Ainda estou aqui... Ainda escrevo, Ainda sofro. Ainda me debato contra as regras, Ainda me escondo dos olhares, E a indiferença irmã do ódio. Atormenta-me, Mas eu sonho... Que um dia algum pescador de almas Me resgatará sem me ferir. Pois as cicatrizes outrora fechadas Podem se abrir. E essa frágil poeta esquecida, Tornar-se-á apenas num conto De era
Leio, releio meus poemas. Tão meus... Imagino-me em cada frase, Controvérsias e conversas silenciosas... Da alma para o coração. Mas me culpo, pôr não tê-los preservado... E quem leu, será que entendeu? Nunca entendem o mistério de um poema, E os labirintos que o fazem nascer, Sinfonias repetitivas de anjos e demônios Que nos pegam em plena vigília. Adormecida esperança. Deixe que vasculhem as vírgulas, Os pontos as rimas indeléveis. Jamais penetrarão nos meandros De um espirito poético. Pois amor o toma, Pois o amor o protege! Só amor os faz eternos, Poema e poeta! Autora: Liê Ribeiro paz e luz
Era assim que eu desejaria viver Entre o mar o céu Mas meus pés no chão estão Não me acorda a vida, Estranha e sofrida, Era assim que eu desejaria viver Entre lençóis e suores, Não me acorda a solidão. Mas meus olhos cerrados, Só teu corpo quer recordar Era assim que eu desejaria viver Entre flores e doces jardins Segura de que nada me Faria sofrer... Era assim que eu desejaria viver Esquecida das horas, Do tempo que passa por minha janela Mas não posso reter o destino Que se mostra Irreversível Mas Sonho com algo mais Sonho com as estrelas Com a lua em nossas almas... Sonho, Por todos que não Podem sonhar Sonhando com o amor Que eu desejaria viver! Autora: Liê Ribeiro
Em tudo que ele fez Percebo, ele me trazendo um recado. Sei que o ser que mora dentro dele Se pudesse sairia por ai desbravando o mundo. Eu percebo nele Um ser que se amedronta Diante do espelho da vida Quem eu sou quem eu serei? Mas quando ele sorri Algo de mágico nasce Percebo uma felicidade Que ele não sabe explicar, mas sente. Quando ele me olha Ele é o sol, pai do dia... Mas quando ele fecha os olhos Como se não quisesse Ver o que lhe cerca Ele é a noite, mãe do silencio. Por isso entendo seus medos Amo seu mistério E sei que eu não existiria Sem sua presença em minha vida. Autora Liê mãe de um rapaz que está autista!
Cravo uma frase em meu coração, Que seja para sempre O que sempre um dia se vai... Temo, Pelos que vivem em busca De uma vida Que se desmancha em ilusão. Tremo a cada levante A cada violência, A cada lágrima de sangue Que escorre em nossos olhos. Deliro quando vejo Meu filho dançar Como se fosse um pássaro Ouvindo a musica Beatriz Meu filho autista, Temo por ele Nesse mundo árido, Nesse mundo poluído. Temo pelo seu mundo Tão lúdico, Ele dança solto E sorri Como se toda a felicidade Estivesse contida na musica... Às vezes ele chora, Retraindo-se Quando a musica Invade seus mistérios. Por um amor ausente, Por uma vida ausente, Que ele deixou no passado. Nesse instante, Lembrei-me de um amor, Amor que pra sempre Irei guardar, Naquele velho baú... Amor, Que ultrapassou fronteira, Que rompeu tabu Que arejou as salas do pensar Que desanuviou as janelas do olhar... Quem dera, Em outra era, Em outra esfera, Todos aprendessem Que somente A lucidez de um amor Sincero... Reconduzirá a todos
Não me cale, Não finja que és feliz assim... Escondida dentro de si mesma... Pelo amor de Deus, Quem a encontrará? Se o seu coração é um labirinto. Se o seu existir É uma seqüência de desencontros, Não me julgue, Sou o retrato da incoerência, Mesmo fingindo ser o que não sou. Eu sobrevivo. Preciso me esconder, Entre o passado recente, Entre sonhos e pesadelos, Entre as plataformas vazias... Pois preciso seguir... A vida é sempre uma reta... Os desvios! Somos nós que criamos. Não me olhe, Como se eu não existisse, Ou pior como se eu fosse Um fantasma. Que vaga eternamente Pelos mesmos cômodos vazios Pelas mesmas planícies geladas Pela mesma vida, que morre e renasce, Tantas vezes, numa mesma alma, sempre aflita! Autora: Liê Ribeiro paz e luz
A delicadeza. A nobreza Vejo apenas No vôo livre de um beija flor, Perdi-me, Na rua que sempre caminhei, Por medo, Por receio de não me encontrar. Mas por tantas vezes Perdi-me em mim. Alteza dos ventos, Minha alma é um labirinto. Já rabisquei um mapa, Mas nem o mapa astral Define-me. Indefinível ser que em mim se aloja. Às vezes me machuca, Às vezes me questiona, Nem se reconhece. Estranha criatura, que mora em mim, Às vezes se apaixona, Às vezes navega por mares do amor, Às vezes naufraga pelas noites de solidão. A beleza A estranheza De uma manhã de outono, verão. Quente, Tão quente meu corpo, meu coração, Minha pele... Dias passam, vidas passam, horas passam; E eu desejo me encontrar, Em algo que seja importante, Em algum lugar distante ou presente... Para que tudo tenha o verdadeiro sentido, Penso, repenso. Quero apenas, por instante, Ser a alteza de alguma realeza, Como o meu amigo beija flor! Autora: Liê Ribeiro
Zerar a dor, Começar de novo, Quantas vezes se fizer necessário Não há caminho fácil. Nem podemos andar em falso... Quantos sonhos ? Ficaram pelo meio do caminho, Quantas vidas esquecidas, A beira das possibilidades, Quais mais nós vestiremos Até que nus de maus sentimentos... Eleve-nos a condição de gente. O que somos hoje? Aprendizes de seres, Ainda tão presos a ranços Tão antigos como as múmias... Devemos sim zerar a nossa vida Tão arraigada á mágoas, A um falso saber que nunca aprende... A um aprender que nunca ensina... Não nos demoremos em milongas, A água é liquida quem prova? O sal e salgado quem nega? Sabores é uma questão de paladar. Para a vida ter sabor... A tanta receita nos livros, Aquela fórmula mágica Que ninguém consegue encontrar. Então intelectuais de plantão Se acalmem... A cova rasa é para todos. É a lógica da vida o encontro com morte. Mentira, a vida não é matéria, é lúdica e etérea. Compõe-se de mil nadas Por isso, vivamos pelo momento. Amemos a todos e
Jane, às vezes a gente acorda... Que triste as coisas perderem o encanto... Prefiro imaginar as estrelas... Gostaria de sonhar... Jane faz tempo que o rio vem secando... E a chuva vem rompendo o seu leito... Respiro por necessidade somente... Estar viva é manter os olhos atentos... Jane, quantos sonhos perdidos... Em papeis amanhecidos, em leituras vazias, Minha cadela partiu, foi amar... A ficção quando transformada em realidade Corta como lamina, afiada... A solidão é fria, devastadora, cruel... Mas é reflexiva e madura.... Jane, do que eu preciso? Talvez um corte preciso, Em minha carne... Que me faça sangrar até me curar... Essa tosse, persistente, Esse sentimento de partida, A hora exata de que a carruagem chegará. Jane, tudo é demasiadamente sem sabor... E quem inventou a partida, Porque não criou apenas a chegada... Jane, ninguém é igual o conhecido... E as rédeas da vida É conduzida a nossa revelia... E alegria... É estado de asneira... Pois a alegria é traiçoeira.... Ri
Eu sei que você teme Que nessa correria da minha vida Nas obrigações com meu dia a dia Eu te esqueça E não mais te escreva poemas... Pensas que não me inspiras mais... Mas que tolice, O meu amor se veste de folhas... Aninha-se em sonhos... E te procura nas entrelinhas, Aquela vida que sempre quisermos viver... Vivamos então... Entre o passado que já passou... Busquemos o presente Que nos remete sempre há tempos idos... Pois a realidade às vezes nos empurra Para o abismo das futilidades... A vida não é um mar somente... Ela é um rio e sua margem, Uma guerra que nunca acaba, Um vilarejo solitário e esquecido. A chuva que sempre nos persegue... E teima em querer nos separar, Mas eu cavalgo em meu cavalo mágico, Eu lembro de cada instante... E nunca deixarei de escrever-te Poesia em gotas! Autora Liê Ribeiro
Eu prometo Amar-te na dor No medo na angustia. Na alegria e nas conquistas. Mas segure em minhas mãos Sinta como elas estão frias... Carentes de carinho... E muitas vezes de força... Eu prometo, Ao seu lado ficar... Para todo sempre... Na eternidade das estrelas. Mesmo que todos não acreditem Eu prometo... Sim, eu fiz essa promessa. E irei cumpri-la. Seguiremos pela estrada Neblina e chuva, Sol e poeira... Minha alma sofrida A tua perdida na matéria. Encontremos a paz, eu prometo. Por quê? Porque me ensinas A cada dia O dom da pureza mais límpida. A cada dia Você me testa Faz-me repensar, Reaver detalhes. Reatar laços que foram quebrados A tantas vidas, E falo por sentir Essa é minha verdade! Eu prometo Velar-te mesmo não estando aqui... E enquanto eu puder estar Ninguém o magoará, nem eu... Eu prometo! Autora Lie Ribeiro

Poesia em Gotas

A! Se eu pudesse ser seu amigo Eu limparia tua lágrima... E colocaria em seu rosto um sorriso A! Se eu pudesse ser seu amigo Eu te convidaria Para entrar em meu universo Faria um verso, e te recitaria. A! Se eu pudesse ser seu amigo Seria o mais fiel e o mais conciso A! Se você me quisesse seria sim O seu melhor amigo...... Liê