Leio, releio meus poemas.
Tão meus...
Imagino-me em cada frase,
Controvérsias e conversas silenciosas...
Da alma para o coração.
Mas me culpo, pôr não tê-los preservado...
E quem leu, será que entendeu?
Nunca entendem o mistério de um poema,
E os labirintos que o fazem nascer,
Sinfonias repetitivas de anjos e demônios
Que nos pegam em plena vigília.
Adormecida esperança.
Deixe que vasculhem as vírgulas,
Os pontos as rimas indeléveis.
Jamais penetrarão nos meandros
De um espirito poético.
Pois amor o toma,
Pois o amor o protege!
Só amor os faz eternos,
Poema e poeta!

Autora:
Liê Ribeiro
paz e luz

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