
Todo dia você abre seu livro
Lê um trecho, pensa em algo.
E segue seu destino.
Quem tu és, quem tu serás?
Nessa roda continua...
Todo dia você pensa ser o futuro
Diferente do hoje...
E toda rotina na roda continua...
A mesma gota de lágrima acida
A mesma vontade que tudo seja diferente
Mas diferente do que, de que, aonde?
Como, com quem?
Todo dia você ouve as mesmas lamurias
O mundo dos seres vazios.
Todo dia você adormece,
Esperando por aquele sonho,
Que te fará sorrir, ser feliz...
Mas logo o amanhã acordará
E nenhuma lembrança...
Você lava o rosto, e nenhum vestígio do sorriso...
Todo dia você luta para ser você mesma...
Mas a conveniência de uma sociedade doente te toma...
O café tem gosto de barro.
O leite parece ser apenas água...
O pão tem bromato demais...
Fé e esperança seria a cura...
Mas toda a palavra está gasta.
Todas as fórmulas não resolvem
Aquela eterna espera
Por um amanhã que nunca chega, quando? ...
Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz.
Lê um trecho, pensa em algo.
E segue seu destino.
Quem tu és, quem tu serás?
Nessa roda continua...
Todo dia você pensa ser o futuro
Diferente do hoje...
E toda rotina na roda continua...
A mesma gota de lágrima acida
A mesma vontade que tudo seja diferente
Mas diferente do que, de que, aonde?
Como, com quem?
Todo dia você ouve as mesmas lamurias
O mundo dos seres vazios.
Todo dia você adormece,
Esperando por aquele sonho,
Que te fará sorrir, ser feliz...
Mas logo o amanhã acordará
E nenhuma lembrança...
Você lava o rosto, e nenhum vestígio do sorriso...
Todo dia você luta para ser você mesma...
Mas a conveniência de uma sociedade doente te toma...
O café tem gosto de barro.
O leite parece ser apenas água...
O pão tem bromato demais...
Fé e esperança seria a cura...
Mas toda a palavra está gasta.
Todas as fórmulas não resolvem
Aquela eterna espera
Por um amanhã que nunca chega, quando? ...
Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz.
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