Tudo a mesma coisa
O mesmo, qualquer um
Cada um, nenhum, todos...
Tudo a mesma coisa
Na media em geral...
Para mim tanto faz...
Um por um
Todos juntos, como um todo
Tenho mil e uma coisas para fazer
Queria descansar a dor...
Repousar o pensar, curar a ferida.
Tudo a mesma coisa,
Nunca se pode saber
Quando devemos parar
Quando devemos seguir...
Enquanto tudo acontece...
Eu espero pelo sabor da paz
O amanhã, quem sabe
O porvir que venha...
Tempestades ou calmaria
Será o meu merecimento...
Mas tudo é a mesma coisa
Cada um por si...
Ninguém por nós...
E todos os livros
O que eu aprecio, pereceu
Amarelou, findou, ficou no passado...
Todos levam vantagem sobre mim.
Do que falarei? Afinal...
Em primeiro lugar está outro...
O que me resta, migalhas vividas...
Mas se querem me julgar,
Por favor, um de cada vez, após o outro...
O que devo? Hei de pagar...
Carrego meus monstros, somente...
Não preciso de juízes, afinal...
Todos e tudo a mesma coisa,
Até mesmo eu!

Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Poema para Gabriel!

Atravessar a Ponte!