
Fazemos escolhas
Muitas vezes
Que nos entristece
Mas a água corre,
Rio abaixo.
O tempo escorre pelos nossos dedos...
E as concessões nos aniquilam...
E as poucas horas corroem aos poucos
Toda a eternidade de uma vida limitada...
Mas os olhos fogem pela fresta da janela...
Os pés querem pisar toda areia do mar...
O corpo quer adormecer aninhado a outro corpo...
E o silêncio da madrugada,
Sussurra em nosso ouvido:
Há uma manhã fria por nascer
Uma flor por brotar...
Uma menina que corre pelo jardim
Independentemente da nossa escolha
As nuvens de chuva choram...
A terra se encharca,
E o frio corta nosso rosto
Nenhuma lágrima caíra nesse momento,
E todo sonho acordou...
É a vida com sua rotina...
Castigando nossa consciência
E nessa tarde sombria e quieta
Vestimos a pele do isolamento
Bebemos o chá da compreensão
E acompanhamos o tempo...
E quando todas as coisas passarem?
E nada mais tivermos para fazer...
E quando olharmos para trás
E o melhor de nós tiver ficado
Em qualquer encosta?
Num travesseiro qualquer...
Saberemos exatamente o que perdemos
O melhor do abismo é o som
Que fere nossos ouvidos
Tola sonhadora, sagaz e sem escrúpulo
Aproveite a chuva da tarde e adormeça
Quem sabe esqueceras, o inesquecível...
Autora
Emiliê/Liê
Paz e luz...
Muitas vezes
Que nos entristece
Mas a água corre,
Rio abaixo.
O tempo escorre pelos nossos dedos...
E as concessões nos aniquilam...
E as poucas horas corroem aos poucos
Toda a eternidade de uma vida limitada...
Mas os olhos fogem pela fresta da janela...
Os pés querem pisar toda areia do mar...
O corpo quer adormecer aninhado a outro corpo...
E o silêncio da madrugada,
Sussurra em nosso ouvido:
Há uma manhã fria por nascer
Uma flor por brotar...
Uma menina que corre pelo jardim
Independentemente da nossa escolha
As nuvens de chuva choram...
A terra se encharca,
E o frio corta nosso rosto
Nenhuma lágrima caíra nesse momento,
E todo sonho acordou...
É a vida com sua rotina...
Castigando nossa consciência
E nessa tarde sombria e quieta
Vestimos a pele do isolamento
Bebemos o chá da compreensão
E acompanhamos o tempo...
E quando todas as coisas passarem?
E nada mais tivermos para fazer...
E quando olharmos para trás
E o melhor de nós tiver ficado
Em qualquer encosta?
Num travesseiro qualquer...
Saberemos exatamente o que perdemos
O melhor do abismo é o som
Que fere nossos ouvidos
Tola sonhadora, sagaz e sem escrúpulo
Aproveite a chuva da tarde e adormeça
Quem sabe esqueceras, o inesquecível...
Autora
Emiliê/Liê
Paz e luz...
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