Vida comum,
As horas passadas
Roupa suja.
A consciência pesada...

A poeira há dias
No móvel esquecido...
O livro por ler
O tempo que se esgota.

O teto vazio
O chão frio
Os pés quentes
O coração teimoso.

Se amar é sofrer
Quem inventou de amá-lo?
São tantas sensações...
Que vale a pena sentir.

Cada toque
Cada lembrança que ainda resiste
Por isso, Escreva, escreva...
Não deixe a história nos apagar.

Varresse o chão,
Lavasse a roupa
Espanasse a poeira
Mas nada faz retornar
Sentimentos que deixamos escapar...

Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...

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