Eu não me canso de amar...
Mesmo nas horas caladas
Mesmo na distancia do mar...
Nas alturas das nuvens...

Eu não me canso de amar
Mesmo nas poucas vezes
Das vezes que foram sempre eternas...
Afinal, o alimento do poeta.

É amar,
Mesmo que a dor lhe visite
E a solidão o espere no portão...
Mesmo nas noites frias...

E nas madrugadas silenciosas
Cabe ao poeta amar,
Amar o olhar que lhe busca...
O semblante que o reflete no espelho
Eu não canso de amar...

Mesmo que o ser amado
Demore a chegar...
Mesmo que seja impossível lhe revelar
Creia eu não me canso de lhe amar...

Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz

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