
Calcei meu coração...
A junção da razão e da poesia
É briga de gente grande...
Ser quente em meio à neve de viver...
Gela-me a transparência do iceberg...
Cercam-me tantas possibilidades
Vencer a solidão...
Ou entregar-me definitiva em seus braços...
Cortam-me as palavras insensatas...
Arrepiam-me as frases subjacentes
De uma corrente que nunca se quebra.
Calei a fala, ela jamais foi entendida...
Persisti em querer ser ingênua...
Minha nudez de alma
Revela-se em areia de papeis...
Começo sem fim, meio sem principio...
Onde eu posso estar
Se nada me pertence,
E eu não pertenço a mais nada...
Refugio de poeta é a loucura...
A brandura das tardes sem tempestades
Fechei o pensamento...
Deixei os sentimentos morrerem a mingua
Que poder eu tenho de me vencer?
Quis o impróprio,
Um colóquio de anjos
Que ao me verem assim tão distante
Foram embora de mim...
Que poder eu tenho de me vencer?
Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...
A junção da razão e da poesia
É briga de gente grande...
Ser quente em meio à neve de viver...
Gela-me a transparência do iceberg...
Cercam-me tantas possibilidades
Vencer a solidão...
Ou entregar-me definitiva em seus braços...
Cortam-me as palavras insensatas...
Arrepiam-me as frases subjacentes
De uma corrente que nunca se quebra.
Calei a fala, ela jamais foi entendida...
Persisti em querer ser ingênua...
Minha nudez de alma
Revela-se em areia de papeis...
Começo sem fim, meio sem principio...
Onde eu posso estar
Se nada me pertence,
E eu não pertenço a mais nada...
Refugio de poeta é a loucura...
A brandura das tardes sem tempestades
Fechei o pensamento...
Deixei os sentimentos morrerem a mingua
Que poder eu tenho de me vencer?
Quis o impróprio,
Um colóquio de anjos
Que ao me verem assim tão distante
Foram embora de mim...
Que poder eu tenho de me vencer?
Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...
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