
Há tantas palavras por dizer,
Formar o pensamento
Com idéias objetivas e concretas
Não consigo...
A subjetividade das horas
Impressionam-me...
Se pudesse eu pararia o relógio do tempo,
Reinventaria o mundo,
E te mostraria a beleza de ser...
Pois nada é mais valioso
Que o ser!
Ser gentil,
Ser honesto
Ser cuidadoso
Ser solidário
Ser humano, em meio às máquinas...
Ser frágil e forte
Ser bravo e doce.
Ser a voz e o silencio
Ser o amigo e o irmão
Ser o amado e amar...
Por quê?
Pergunto-me
A incoerência se veste de civilização
E a civilidade anda nua...
Despida de sentimentos...
Nenhum vestígio de atos humanos.
Formar o pensamento
Com idéias objetivas e concretas
Não consigo...
A subjetividade das horas
Impressionam-me...
Se pudesse eu pararia o relógio do tempo,
Reinventaria o mundo,
E te mostraria a beleza de ser...
Pois nada é mais valioso
Que o ser!
Ser gentil,
Ser honesto
Ser cuidadoso
Ser solidário
Ser humano, em meio às máquinas...
Ser frágil e forte
Ser bravo e doce.
Ser a voz e o silencio
Ser o amigo e o irmão
Ser o amado e amar...
Por quê?
Pergunto-me
A incoerência se veste de civilização
E a civilidade anda nua...
Despida de sentimentos...
Nenhum vestígio de atos humanos.
Sinto-me triste e indefesa.
Mas vamos seguindo,
Sempre tendo muito ainda por dizer...
Quem sabe um dia alguém nos ouvirá,
Quem sabe!
Autora
Liê Ribeiro
Mãe de um rapaz autista.
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