Em meus versos
As palavras doem
Dói-me cada instante sem ti
E o tempo envolve as horas.


E o calor parece frio.
É o frio da saudade...
E se me amedronto nas madrugadas
E se me recolho às lágrimas


Perdoe-me...
Perdoa o grito que ecoa sem sentido.
Perdoa a estranheza das vozes...
O céu é a alma do infinito.


E tudo é luz...
E tudo é breu.
Em meus versos
As palavras doem


Dói-me o silêncio dos espelhos.
Responda-me?
Quem nele se esconde
Neblina nos olhos,
Colina repleta de magias


Em meus versos
As palavras me protegem
Vogas um sentindo para
Que eu te queira...


Olha pra ti, e me verás
Aprecie as noites de luar...
E me sentirás...
Deixa a minha cadeira vazia
Eu voltarei...


O mar e a brisa
Envolve de mistérios a vida.
Veja como tudo
Aquieta-se dentro de nós.


Em meus versos
Nenhum dialeto é incoercível
Nenhum paradigma a Decifrar
Apenas um jardim de flores
Que pra ti ofereço em forma de versos!

Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz.

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