Oro em teu nome,
Vejo teu rosto
Entre as nuvens,
Não sei quem sou
Nem me atrevo conhecer-me...


Oro baixinho,
Agradecendo o tempo,
A chuva, e toda vida,
Seja ela somente de lida


Seja ela toda indefinida
Se eu tiver culpa...
Oro para que me perdoes
Cada grito engolido,


Cada dor exposta...
Versejo cada verso,
Todo dia, cada dia
Buscando alcançar-te nas estrelas


Dê-me suas mãos
Para que eu não caia...
Oro, pelo ontem, por hoje
Pelo amanhã que nascerá, será?


Tenhamos fé...
Por tanto, ceda-me sua atenção
Não sei quem me definirá...
Pois nem a poesia consegue,


Mas a guerreira,
Queria arrancar a armadura
Beber da paz...
Dar-te uma existência feliz...
Orar por ti...


Autora
Liê Ribeiro
Mãe de um rapaz autista.
Paz e luz...

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