Preciso limpar as lágrimas.
E continuar a luta
Não sou de chorar pelos cantos.
Vou chorando e vou agindo...
O pão e o vinho...


Nenhum pecado é maior
Que o seu perdão...
Preciso fechar os olhos
E lá bem no centro do silencio
Buscar as repostas
Para as minhas mazelas...


Tantas que busquei
Tantas que causei.
Mas esse é o aprendizado
Mestre, não me ignore


Vou limpar o suor...
Lavar a mágoa
E acreditar no amanhã
Quem me julgará?
Se nem o pai o faz!


Se for para me condenar
Façam por todos os atos
Feitos nesse longo caminhar
Mas nunca por submissão.
Não calo o que me dói...
Não finjo ser o que não sou...


É assim todo saber
Há quem se faz de amigo.
Há quem sorrir para enganar
Há todo tipo de gente.


Mas eu vejo tanta perfeição
No mar lambendo a areia...
No por do sol,
Quadro abstrato dos dedos de Deus.


Mas se a tristeza me abraçar
Naquele abraço de irmão.
Eu me deixarei cercar.
Farei de conta
Que nada realmente faz sentido
Que a felicidade é uma utopia dos tolos.


Mas na primeira oportunidade
Da vida soprando na brisa
Que entra pela janela...
De um amor, nascendo de um olhar
Eu acenderei a luz da esperança.


Despedirei-me da tristeza
Com um beijo
Um sorriso quase de arco íris.
E lá irei eu, ser gente na vida!


Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...

Comentários

  1. Traduzir em versos o sentimento das pessoas e uma coisa complicada
    que vc concegue fazer com grande sutileza

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  2. Dona Poeta se superando novamente!
    Tudo de bom!
    E eu sei do que estou falando!

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  3. Jefferson muita obrigada,
    Anônimo, vc é um enigma, parece que me conhece bem... mistério *risos.

    Liê

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  4. Liê, sempre digo que nada é impossível. Encontramos com o difícil, porém eu me rendo. É impossível não amar você, não amar Gabi sua fonte de inspiração.
    Fique com Deus amiga!

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