Pareço ilógica em meus sentimentos,
Amei o amor sem preconceitos.
Uma vida criada de momentos.
Aquela estrada que nunca tem fim.

Uma felicidade de poucas horas
Mas eterna a cavar em nós
Alguma esperança,
Amo a estrada,
Com todas as suas possibilidades
De partida e chegada.


Amo as flores, ainda vivas,
A cachoeira caindo nas rochas
O cantar dos pássaros na floresta...
O sossego da natureza.
A mente nada analisada
Somente divagando


Pelos rios do meu pensar
Amo, amor sem preconceitos.
Aquela madrugada
Onde somente os mais desatentos

Não admiram a beleza da lua
O brilho das estrelas no infinito.
Do que mais precisamos?
Nada me prende a nada



Mas a liberdade nos envolve
Em nuvens de puro sonhar.
A paz que não há no mundo
Está dentro de cada um.


No amar o amor sem preconceito
Do doar sem nada desejar
Mas sempre desejamos algo,
Compreendo todos os laços


E nenhum pode se quebrar
Sem deixar saudades...
A! Aquele sorriso
Que deixamos escapar.


Aquela forma de vida
Que sempre desejamos habitar...
Faz de nós sobreviventes

De um mundo em caos...


Autora
Liê Ribeiro
paz e luz

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