Qual nada
Um ano novo
De um mundo velho
Sábio
Aquele que resiste
Há tantas realidades
Vamos brindar
Ao que mesmo?

Sim são lindos os fogos
Aquela mesma esperança
Sobrevivente de outros anos...
Renovamos os pedidos
E eles sempre voltam.


Que tal pedir algo novo...
Nenhuma mesmice.
O que queremos?
Somente ao pai pedimos;
Que tal fazer por onde


A cada instante
A todo o momento
Todo significado da passagem
Portal que somente o amor
Proporciona-nos.


A saúde, um copo de água gelada
Engolido suavemente
Quantos nem água podem beber.
A paz, aquela voz baixa a orar por todos
Ricos e pobres...

A prosperidade, corpos vestidos
O ano inteiro
Crianças protegidas da violência.


A ganância sucumbida pela caridade.
Mas eu não serei injusta
Com a generosidade que se espera a cada ano.
Afinal a melhor maneira de crer


É sentir...
Sentir tudo e de todas as maneiras
Tal é a felicidade;
Sinônimo de riqueza, beleza, alegria, sorte!


Riqueza para o poeta seria possuir a quietude interior.
A beleza seria ver o sorriso no rosto do mundo,
A alegria seria aprender a sorrir também...
A sorte seria no próximo ano,
Estar aqui para poetizar outra vez!


Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz...
Feliz Ano Novo.

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