Voem, ganhem a liberdade das Gaivotas, vivam entre os anjos!




Um mar de lágrimas
Uma dor intensa
Vaza pela tela da televisão
Há uma comoção coletiva


A sombra da morte
Pairando pelo mundo
Quantas vidas ceifadas
Pela incoerência...


Crianças com o horizonte perdido
Pensei em Fernão Capelo Gaivota
Que precisou alcançar a espiritualidade
Para alçar a verdadeira liberdade.


Então voem crianças
Alcancem o céu dos seus sonhos...
Arida terra que fica.
Ainda viveremos sem viver.


Presos á uma realidade de sofrimento.
Uma perda sem sentido
Para os corações sangrando.
Uma analise sem ódio precisaria ser experimentada
Onde está o amanhecer ensolarado da infância?
A correr pelas ruas do mundo.


Quantas correntes nos prendem
Á sentimentos menores...
O amor que deveria modificar as almas.
O amor que deveria preencher todos os vazios


A mente doente provoca catástrofes
Por dentro do nosso interior...
Mas a criança sempre ficará
Ficará sua alegria num sorriso de mar.


Mas as feridas cálidas do nosso existir
Nunca nos deixarão.
Não matemos a criança dentro de nós
Não alimentemos ódio!
Pelas almas doentes de amor...


A pedra que fere
Atirada em julgamento
Para nós sempre voltará
Oremos em preces de perdão
Por tantos seres doentes de aversões!


Autora
Liê Ribeiro
Paz e luz

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