Poema para Florbela Espanca!






Quem me dera Florbela
Carregar nas linhas tortas
Dos meus poemas
Uma ínfima intimidade
Com suas inspirações

Leio-a, como quem busca.
Alguma conspiração de poemas
Calço-me de humildade
Diante de tanta beleza.

 Dolorida, sofrida e valente.
Aos olhos do mundo
Já fomos esquecidos
E se eu unisse nossos pensamentos?
Não encontraria nenhuma logica

Perco-me entre as palavras
Você se encontrava nelas
Confundo-me aos meus sentimentos
Você se escondia deles...

Lua de prata distante
Se há algum motivo
Para existir.
Seria para ler-te dentro da minha alma...

Autora
Liê Ribeiro
Paz  e luz..

Comentários

  1. Não és sequer a razão do meu viver
    Pois que tu és toda a minha vida...

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  2. Beija-mas bem!... Que fantasia louca
    Guardar assim, fechados, nestas mãos,
    Os beijos que sonhei pra minha boca!

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