
Que na sombra de uma vida Reluza em mim Um feixe de sua luz Como eu gostaria De retê-la em meus olhos. Hoje de repente Na solidão do meu quarto Eu chorei... Chorei todas as mágoas Chorei todas as dores Mas outras logo aparecerão Ironia da vida... Afinal sou humana, Sou mãe da genética modificada Sou filha que sente tanto sua falta, mãe... E minha herança genética é tão bonita.. Inquiri-me todo dia a lutar... Mesmo que o corpo peça um rio... Uma areia macia, uma grama... Até uma nuvem... Não tenha dó do meu filho... Nunca tenha dó... Sua genética é de anjos caídos na terra... Não sofra por mim... Não sou digna que chores, O amor me alivia.. Sustenta-me, me fortalece... As pessoas me subjugam... As aparências frágeis contem forças ocultas... Porque a casca é dura... Mas a alma é doce... A mente falha às vezes Mas o coração nunca cede Como se não pudesse perder o rumo Manter o prumo, mesmo cambaleando. Eu perdi lá atrás minha identidade Mas quem se importa... Vivo para guardar-lo dos pred...